Explodindo nas entranhas do desejo visceral
Cada vez mais profundamente alcançando o teu prazer
Os dedos queimam a pele sobrevivente dos desaires e paixões
Incontroláveis lábios, sugam o pecado da fruta proibida
Oferecida no requinte da pérfida volúpia predadora,,, pecadora
A vulva incandescente ardia me todo e o fogo
Propagava meu delírio da carne se abrindo
No cosmos policromado dos teus olhos arregalados
Surpreendida pela avalanche de sentimentos
Suspiravas infinitos as contrações em desmaio
Ebulição nos tomando conta dos interiores
Empolgando o instante a eternidade
Uma frescura indecisa existe no meu sangue
Despejamos no caos longamente
Obra prima esculpida nos clímaxes.
1 comentário:
amigo,
como estás?
espero que tudo tranquilo.
abraços do Kafé.
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