Vento!?
Invento um catavento
Sou Adão solidão nulo cabrão
A espinha que desalinha quase definha
O que quero do Bolero desespero.
Celibato um pacto… vem desacato
Relacional aparato
Cama cacto.
Ser chato e concordante
Com o bordo do nosso simulacro
Conjurando um faz de conta
Abstracto… absorto… meio torto.
Escada enrolante… pés de vidro
Fumegas um odor enleante
Certa fase errante trouxe
Áspera língua arranhando
O concavo e o convexo
Do deslizar
Trepidante.
2 comentários:
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Feliz dia do amigo!
Bjs.
Deslizar neste vento onde as palavras voam poesia!
Um beijo doce
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