Uma arcaica sociedade de classes, se proclama pós moderna.
Doentirizando o mundo com elevada capacidade de integração, os lucros da indústria farmacêutica atestam no, nas totalitárias e ruidosas roupagens liberais.
Fazem surgir cidadãos domesticados, livremente policiados, essencialmente amputados no asséptizado lodaçal dos risíveis empreendimentos estratégicos.
A verborreia oficial estatiza a descerebralização, enfim a demência tranquila da obediência espantosa.
È impossível não ver como expressão de um mal, as influências morais do suicídio e da revolta, neste asquerosamente provisório sistema, nem a escaldante inquietude em que nos movemos. Consequência do vazio comum ao coração e espírito?
A gritante obscenidade dos “amos” que engendram os lixos atómicos, as bombas de neutrões e a usura levada aos extremos, são eles também os primeiros a falar de irresponsabilidade quando pretendemos o verdadeiro exercício do respeito e liberdade pessoal.
A Chusma à volta das manjedouras do Estado, são os mesmos ( outra vez? ) da chinfrineira ideológica das pseudo revoluções.
Pergunta: se as mulheres e os homens são livres para matar (abortar) porquê então o bruá, quando cada qual decide não viver. Existirá verdadeiramente e na essência, uma diferença entre a execução de um feto ou de um adulto?
O facto insofismável que se verifica é o de que, criminosos, suicidas, bêbados, continuam a ser na actualidade, as manifestações mais importantes do enfraquecimento da nossa raça.
Será conveniente estar atento ao método sociológico que se fundamenta nas estatísticas do suicídio a gerar dados inseguros e teorias inconsistentes.
1 xaxuaxos:
Olha Kim,
eu sei que vc não escreve para ninguém e sim para conversar com vc mesmo, mas como trabalho com tanta gente brigando para viver não consigo entender este direito de morrer.
Mudando de assunto:
que foto linda heim!!!
Bjus.
Enviar um comentário